Paulo Machado

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    Canguçu (RS)
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    (7)
    Paulo Machado
    Paulo Machado
    Comentário · há 12 anos
    O dr. Marcos Moraes, entendemos sua atuação, ainda mais em parceria com a famosa ACT-Aliança Controle Tabagismo, que infelizmente no nosso entender, é uma entidade pura e meramente comercial, pois é financiada pelo Bloomberg dos EUA, e infelizmente, usa sempre em suas campanhas, as palavras “crianças” “jovens” e “adolecentes”, para atrair simpatia popular, quando entendemos que essas palavras são usadas apenas para usar o emocional, enfim, pano de fundo para proibir tudo mesmo, ou nos casos que já relatamos, jogar irmãos brasileiros uns contra os outros. Nossas crianças jovens e adolecentes, já estão perdidos para o crack. O discurso contra o cigarro, infelizmente, é usado apenas para encobrir essas coisas, um discurso fácil, já que as industrias do cigarro, tem endereço fixo, muitos não fumam, outros não estão nem aí para o assunto e com isso está aberto o microfone para promoções fáceis, dizendo que fazem algo. Porém, o assunto principal são duas questão fundamentais, que precisam ser comprovadas com dados oficiais, e não, apenas discursos, pois o papel, a internet aceita tudo. Sejamos justos, então, a bem da verdade e número.

    1) Como podem gastar 21 bilhões anuais com fumantes, se no portal transparência do ministério da saúde, em 2011, consta um gasto total com saúde de rs 24.156.471.722,22, então, numa população de 200 milhoes de habitantes, onde apenas 25 milhões são fumantes, 90% de todas as doenças e ou óbitos, a causa foi o cigarro? é complicado entender isso, por isso, os dados de internação hospitalar, precisam ser revelados, aonde estão esses dados?

    2) O ministério da saúde – ministro da saúde – Datasus – CNM-Conferação Nacional dos Municipios, comprovam que vão á óbito apenas 925 fumantes anualmente no Brasil (de 2006 a 2010, foram a óbito 4625 fumantes). A CNM, telefone 61-2101-6000, informa que nunca houve 200 mil óbitos anuais de fumantes, tampouco epidemia do tabaco, e muito menos, gastos excessivos com fumantes, a pesquisa está ai para ser comprovada, inclusive a enviamos em anexo. Contra fatos e números exatos, não há argumentos.

    Portanto, os dados de internação hospitalar, no minimo, devem ser mostradas ao povo brasileiro, a bem da verdade.

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    A tragédia das drogas legalizadas
    Publicado em 25/02/2012 por Clínica Alamedas

    Primeira Edição
    Recentemente o governo federal lançou um programa nacional de combate ao crack.
    A droga já é considerada como epidemia e, portanto, necessita ser enfrentada como tal. São várias ações públicas que irão envolver mais de R$ 4 bilhões de investimentos. Afinal, 89% das cidades brasileiras enfrentam problemas com drogas.

    Segundo o estudo sobre morte por drogas – legais e ilegais – do Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, o uso de drogas matou 40.692 pessoas no Brasil entre 2006 e 2010. Uma média de 8 mil óbitos por ano. Mas o que chama atenção é o papel das drogas legalizadas. O álcool segue sendo o campeão na mortandade.

    O levantamento é feito com base nos dados compilados pelo Datasus. Entre as drogas legais, a bebida tirou a vida de 34.573 pessoas – 84,9% dos casos informados por médicos em formulários que avisam o governo federal sobre a causa da morte nesse grupo da população. Em segundo lugar aparece o fumo, com 4.625 mortos (11,3%). A cocaína matou pelo menos 354 pessoas no período.

    De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios, na comparação por gênero, há mais registros de morte de homens por álcool e fumo. Em cinco anos, 31.118 homens perderam a vida por causa da bebida. Outros 3.250 morreram em casos associados ao hábito de fumar. Por isso todas as legislações restringindo o fumo são bem vindas.

    Na comparação por Estados, Minas Gerais lidera o número de mortes por álcool, com 0,82 mortes para cada 100 mil habitantes, seguido pelo Ceará, com 0,77 mortes/100 mil pessoas. Depois aparece Sergipe, com 0,73/100 mil e São Paulo com 0,53 mortes para cada 100 mil habitantes. Quando a causa da morte é o fumo, o campeão de mortes é o estado do Rio Grande do Sul. A taxa de óbitos pelo tabaco chega a 0,36 para cada 100 mil. A seguir aparecem Piauí e Rio Grande do Norte, ambos com 0,33/100 mil.

    A duas principais drogas legalizadas – álcool e fumo –, juntas mataram 39.198 pessoas em cinco anos: 96% do total. Mas estes dados ainda são preliminares e podem aumentar. O preenchimento das fichas para informação não é simples e o sistema tem casos de mortes nos quais é informada no formulário mais de uma droga associada à morte.

    O próprio Ministério da Saúde explica que os números de 2010 podem sofrer alterações. De acordo com o ministério, entre 2006 e 2009 foram notificados 31.951 óbitos com causa básica de consumo de álcool, fumo e substâncias psicoativas, como cocaína e alucinógenos. Os óbitos de 2011 só serão conhecidos no final deste ano.

    O governo, como um todo, vem se dedicando a enfrentar o grave problema das drogas. São ações que exigem sintonia fina entre os ministérios afins, harmonia na execução destes programas e, sobretudo, um fortalecimento no policiamento de fronteiras. Esta é uma medida sem a qual estaremos andando em círculos. Quanto às drogas consideradas legais é preciso aumentar as campanhas condenando o uso das mesmas.
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    Paulo Machado
    Paulo Machado
    Comentário · há 12 anos
    Aos moralistas de plantão, que querem trocar a maconha, dizendo que é menos mortal que o cigarro..segue anexo, declaração do próprio ministério da Saúde - Datasus e CNM-Confederação Nacional dos municipios, onde comprovam que vão á óbito apenas 925 fumantes ao ano no Brasil, mesmo assim ,qual idade desses fumantes? foi mesmo o cigarro?. Portanto, é mentira, que morrem 200 mil fumantes ao ano. Viram agora, como funciona a malandragem desse pessoal antitabaco? nunca ouve epidemia do tabaco, nunca ouve gastos excessivos com fumantes. Fiquem de olhos bem aberto....confiram a verdade....

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    A tragédia das drogas legalizadas
    Publicado em 25/02/2012 por Clínica Alamedas

    Primeira Edição
    Recentemente o governo federal lançou um programa nacional de combate ao crack.
    A droga já é considerada como epidemia e, portanto, necessita ser enfrentada como tal. São várias ações públicas que irão envolver mais de R$ 4 bilhões de investimentos. Afinal, 89% das cidades brasileiras enfrentam problemas com drogas.

    Segundo o estudo sobre morte por drogas – legais e ilegais – do Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, o uso de drogas matou 40.692 pessoas no Brasil entre 2006 e 2010. Uma média de 8 mil óbitos por ano. Mas o que chama atenção é o papel das drogas legalizadas. O álcool segue sendo o campeão na mortandade.

    O levantamento é feito com base nos dados compilados pelo Datasus. Entre as drogas legais, a bebida tirou a vida de 34.573 pessoas – 84,9% dos casos informados por médicos em formulários que avisam o governo federal sobre a causa da morte nesse grupo da população. Em segundo lugar aparece o fumo, com 4.625 mortos (11,3%). A cocaína matou pelo menos 354 pessoas no período.
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